✓ Gratuito Sem cadastro · Resultado instantâneo · 2026

Simulador de Margem Consignável

Descubra quanto do seu salário ou benefício pode ser usado em consignados. Válido para CLT, INSS, servidores públicos e BPC/LOAS.

INSS
IRRF
Salário líquido
Banco Central do Brasil
SSL · LGPD

Sobre o simulador de margem consignável do RecargaPay

O simulador de margem consignável do RecargaPay calcula em poucos segundos quanto do seu salário ou benefício pode ser comprometido com parcelas de empréstimo consignado, cartão consignado e cartão de benefício. É uma calculadora de margem consignado gratuita, que funciona direto no navegador, sem cadastro e sem instalação de aplicativo.

Ele simula cobre todos os tipos de consignado que existem no Brasil: CLT (Crédito do Trabalhador), INSS (aposentados e pensionistas), servidores públicos federais (SIAPE), servidores estaduais e municipais, e BPC/LOAS. Cada tipo tem percentuais e regras próprias, e o simulador aplica a legislação correta automaticamente.

Para trabalhadores CLT, o simulador calcula o INSS progressivo e o IRRF de forma automática a partir do salário bruto, chegando ao salário líquido antes de aplicar os 35% da margem. Para beneficiários do INSS, basta informar o valor do benefício.

Para servidores, o campo é a remuneração líquida do contracheque. E para o BPC/LOAS, o cálculo é automático com base no salário mínimo vigente de R$ 1.621,00.

Margem consignável por tipo: regras e percentuais em 2026

Cada categoria de trabalhador ou beneficiário tem percentuais diferentes de margem consignável, definidos por legislações distintas. Abaixo, detalhamos as regras vigentes em 2026 para cada tipo.

Margem consignável CLT (Crédito do Trabalhador)

O trabalhador com carteira assinada pode comprometer até 35% da remuneração disponível com parcelas de empréstimo consignado CLT. A remuneração disponível é o salário bruto menos INSS e IRRF, conforme a Lei 15.179/2025 e a Portaria MTE 435/2025.

Desde março de 2025, com o programa Crédito do Trabalhador, qualquer CLT com registro no eSocial pode contratar sem convênio entre empresa e banco, diretamente pela CTPS Digital. O desconto em folha é compulsório para o empregador.

Não existe teto de juros para o consignado CLT privado. A taxa média do mercado em 2026 é de 3,6% ao mês, com variação entre 1,46% e 7,07% dependendo da instituição, segundo o Banco Central.

Margem consignável INSS (aposentados e pensionistas)

Aposentados e pensionistas do INSS podem comprometer até 45% do benefício, divididos em três faixas: 35% para empréstimo consignado, 5% para cartão de crédito consignado (RMC) e 5% para cartão de benefício (RCC). Esses percentuais são definidos pelo Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS).

O INSS é a única modalidade com teto de juros definido pelo governo. Em 2026, o limite é de 1,85% ao mês para empréstimo consignado e 2,77% ao mês para operações com cartão consignado e cartão de benefício.

Para calcular margem consignado INSS, o simulador do RecargaPay deduz o IRRF automaticamente quando o benefício ultrapassa a faixa de isenção (R$ 2.824,00 em 2026), conforme a tabela progressiva da Receita Federal.

Margem consignável servidor público federal (SIAPE)

Servidores públicos federais, militares das Forças Armadas e pensionistas vinculados ao SIAPE podem comprometer até 45% da remuneração líquida: 35% para empréstimo, 5% para cartão consignado e 5% para cartão de benefício. Essa estrutura foi consolidada pela Lei 14.509/2022.

Diferente do INSS, não há teto de juros fixado pelo governo para servidores públicos. As taxas variam por instituição, mas costumam ser mais baixas que as do CLT, já que a estabilidade no emprego reduz o risco de inadimplência. A margem pode ser consultada pelo SouGov.br.

Margem consignável servidor público estadual e municipal

A margem consignável de servidores estaduais e municipais é definida pela legislação de cada ente federativo. Na maioria dos casos, segue a mesma estrutura federal de 45% (35% empréstimo + 5% cartão + 5% cartão benefício), mas há exceções.

Alguns estados praticam percentuais diferentes ou limitam o comprometimento total da folha a 70%, incluindo descontos obrigatórios e facultativos. Para saber o percentual exato, consulte o portal do servidor do seu estado ou o departamento de recursos humanos do seu órgão.

No simulador de margem consignável do RecargaPay, aplicamos o padrão de 45% como referência, com a ressalva de que o valor oficial pode variar conforme a legislação local.

Margem consignável BPC/LOAS

Beneficiários do BPC (Benefício de Prestação Continuada) podem comprometer até 35% do benefício: 30% para empréstimo consignado e 5% para cartão consignado. Não há faixa para cartão de benefício nessa modalidade.

O BPC é fixo no valor do salário mínimo (R$ 1.621,00 em 2026), o que resulta em margem máxima de R$ 486,30 para empréstimo e R$ 81,05 para cartão. Esses valores são calculados automaticamente pelo simulador.

Como calcular a margem consignável

Entender como calcular a margem consignável é simples. O processo segue três etapas: identifique a base de cálculo (salário líquido, benefício ou remuneração líquida), aplique o percentual correspondente ao tipo e subtraia as parcelas de consignados já ativos. O resultado é a margem disponível.

Para CLT, a base exige um passo extra: calcular o salário líquido a partir do bruto, usando a tabela progressiva do INSS e as faixas do IRRF de 2026. O simulador faz esse cálculo automaticamente.

Para aposentados e pensionistas, calcular margem consignado INSS é mais direto: a base é o valor do benefício, com desconto de IRRF quando aplicável. Para servidores públicos, a base é a remuneração líquida que consta no contracheque.

Exemplo prático: margem consignável de um trabalhador CLT

Um trabalhador CLT com salário bruto de R$ 5.000,00 tem INSS progressivo de aproximadamente R$ 400,36 e IRRF de aproximadamente R$ 134,54. O salário líquido resultante é de R$ 4.465,10.

A margem consignável (35%) é de R$ 1.562,79 por mês. Se esse trabalhador já paga R$ 500,00 de parcela de consignado, a margem disponível para novos contratos cai para R$ 1.062,79.

Exemplo prático: margem consignável INSS com salário mínimo

Um aposentado que recebe o salário mínimo de R$ 1.621,00 é isento de IRRF (benefício abaixo da faixa de tributação). A margem para empréstimo consignado (35%) é de R$ 567,35, para cartão consignado (5%) é de R$ 81,05 e para cartão de benefício (5%) é mais R$ 81,05.

No total, pode comprometer até R$ 729,45 com todas as modalidades. Se já tem um empréstimo com parcela de R$ 400,00, restam R$ 167,35 de margem para novos empréstimos.

Exemplo prático: margem consignável INSS com teto

Quem recebe o teto do INSS (R$ 8.475,55 em 2026) tem margem bruta de R$ 2.966,44 para empréstimo, R$ 423,78 para cartão consignado e R$ 423,78 para cartão de benefício.

Nesse caso, o IRRF reduz a base de cálculo. O imposto sobre o benefício é de aproximadamente R$ 1.181,93, resultando em benefício líquido de R$ 7.293,62 e margem real para empréstimo de R$ 2.552,77.

Exemplo prático: margem consignável de servidor público federal

Um servidor SIAPE com remuneração líquida de R$ 10.000,00 tem margem de R$ 3.500,00 para empréstimo (35%), R$ 500,00 para cartão consignado (5%) e R$ 500,00 para cartão de benefício (5%). Total disponível: R$ 4.500,00 por mês.

Essa informação pode ser conferida no SouGov.br, na seção "Consignações".

Como calcular o valor do empréstimo pela margem

Uma das dúvidas mais comuns é: "tenho X de margem, quanto consigo pegar de empréstimo?". A resposta depende de três variáveis: o valor da margem disponível (a parcela máxima que cabe no mês), a taxa de juros e o prazo em meses.

O cálculo segue a fórmula da Tabela Price, usada em praticamente todos os contratos de empréstimo consignado no Brasil. Quanto maior o prazo e menor a taxa, maior o valor total que você consegue contratar.

Por exemplo, uma margem disponível de R$ 500,00 por mês pode gerar um empréstimo de R$ 5.507 em 12 meses (a 1,85% a.m. no INSS) ou de R$ 10.165 em 24 meses com a mesma taxa.

O que mudou na margem consignável em 2026

Os percentuais da margem não foram alterados em 2026 (continuam os mesmos desde 2022 para INSS e servidores, e desde 2025 para CLT), mas a base de cálculo subiu, o que significa mais dinheiro disponível em valores absolutos.

O salário mínimo passou de R$ 1.518,00 para R$ 1.621,00, um aumento de 6,79%. Para quem recebe o piso, a margem de empréstimo INSS (35%) subiu de R$ 531,30 para R$ 567,35. Já os benefícios acima do mínimo foram reajustados pelo INPC em 3,9%, e o teto do INSS passou de R$ 8.157,41 para R$ 8.475,55.

No consignado CLT, a Lei 15.179/2025 completou seu primeiro ano de vigência. O programa Crédito do Trabalhador registrou mais de 36 milhões de consultas em 3 dias de lançamento e movimentou R$ 21 bilhões nos primeiros 4 meses.

A Portaria MTE 933/2025 trouxe outra novidade: cada trabalhador pode manter até 9 contratos de consignado ativos no mesmo vínculo, desde que a soma das parcelas respeite os 35% de margem.

Quanto às taxas, o teto do consignado INSS foi reajustado para 1,85% ao mês (empréstimo) e 2,77% ao mês (cartão consignado e cartão de benefício), acompanhando a Selic. Para o CLT, não há teto, e a média ficou em 3,6% ao mês segundo dados do Banco Central.

Tenho margem disponível: como contratar empréstimo consignado

Se o simulador mostrou margem livre, o próximo passo é comparar propostas antes de fechar contrato. Três verificações fazem diferença no custo final.

Primeiro, compare pelo CET (custo efetivo total), não pela taxa nominal. O CET inclui juros, IOF, seguro prestamista e tarifas, conforme a Resolução CMN 3.517/2007. Dois bancos podem ter a mesma taxa nominal e CETs diferentes.

Segundo, simule diferentes prazos: parcelas menores dão mais folga no orçamento, mas aumentam o custo total em juros. Terceiro, verifique se a instituição é habilitada no programa aplicável (Crédito do Trabalhador para CLT, ou conveniada ao INSS).

No RecargaPay, a contratação de empréstimo consignado CLT é 100% digital pelo app, com taxas a partir de 3,99% ao mês, crédito na conta em até 24h úteis e possibilidade de começar a pagar em até 60 dias. A empresa é regulada pelo Banco Central do Brasil (CNPJ 11.275.560/0001-75).

Não tenho margem disponível: o que fazer

Se o simulador mostrou que sua margem está totalmente comprometida, existem alternativas para liberar espaço sem esperar a quitação natural das parcelas.

A primeira opção é a portabilidade de consignado. Você migra o saldo devedor para outro banco com CET menor, e a portabilidade pode alongar o prazo e reduzir a parcela, liberando margem. O processo é gratuito por determinação da Resolução CMN 5.057/2022.

A segunda opção é o refinanciamento: renegociar um contrato existente com prazo maior para reduzir a parcela. Faz sentido quando a taxa do contrato antigo é superior à praticada hoje.

A terceira opção, para quem tem múltiplos contratos, é a consolidação: quitar os menores antecipadamente (se houver reserva) e concentrar em um único contrato com condições melhores.

Lembre-se também de que a margem é recalculada quando o salário ou benefício aumenta. Reajustes anuais ampliam a base de cálculo e liberam margem automaticamente. Se nenhuma alternativa se aplicar, considere o empréstimo pessoal, que não depende de margem consignável.

Perguntas frequentes sobre margem consignável

Margem consignável é o limite máximo do seu salário ou benefício que pode ser usado para pagar parcelas de empréstimo consignado e cartão consignado. Esse percentual é definido por lei e varia conforme o tipo de vínculo: 35% para CLT, 45% para INSS (35% empréstimo + 5% cartão + 5% cartão benefício), 45% para servidores públicos federais e 35% para BPC/LOAS (30% empréstimo + 5% cartão). A margem protege o trabalhador contra o superendividamento ao garantir que pelo menos 55% a 65% da renda fique livre de descontos de consignado.

Para calcular sua margem disponível, pegue sua base de cálculo (salário líquido para CLT, benefício para INSS, remuneração líquida para servidor), aplique o percentual do seu tipo (35% ou 45%) e subtraia as parcelas de consignados já ativos. O resultado é o valor mensal que você ainda pode comprometer com novos contratos. O simulador de margem consignável do RecargaPay faz esse cálculo automaticamente, incluindo a dedução de INSS e IRRF para CLT.

Sim. O simulador usa o salário mínimo de R$ 1.621,00, o teto do INSS de R$ 8.475,55, as faixas do INSS progressivo com teto de R$ 951,63, a tabela do IRRF vigente e os percentuais de margem conforme a Lei 15.179/2025 (CLT), as resoluções do CNPS (INSS) e a Lei 14.509/2022 (servidores). Os valores são atualizados sempre que há mudança na legislação.

Os percentuais de margem não mudaram em 2026. O que aumentou foi a base de cálculo: o salário mínimo subiu 6,79% (de R$ 1.518 para R$ 1.621) e os benefícios acima do mínimo foram reajustados em 3,9% pelo INPC. Na prática, quem recebe o mínimo ganhou R$ 36,05 a mais de margem para empréstimo (de R$ 531,30 para R$ 567,35). Quem recebe o teto do INSS ganhou R$ 111,35 a mais (de R$ 2.855,09 para R$ 2.966,44).

Margem consignável é o total que a lei permite comprometer. Margem disponível é o que sobra depois de descontar os consignados que já estão ativos. Se a sua margem consignável é de R$ 1.000,00 e você já paga R$ 600,00 de parcelas, a margem disponível é R$ 400,00. No simulador, informe o valor das parcelas ativas para que a margem disponível seja calculada com precisão.

Não. Desde março de 2025, com o programa Crédito do Trabalhador (Lei 15.179/2025), qualquer trabalhador CLT com registro no eSocial pode contratar empréstimo consignado sem que a empresa tenha convênio. O desconto em folha é compulsório para o empregador via eSocial. A contratação pode ser feita pela CTPS Digital ou pelo app de instituições habilitadas, como o RecargaPay.

Sim. Para CLT, a Portaria MTE 933/2025 permite até 9 contratos ativos por vínculo empregatício, desde que a soma das parcelas respeite os 35% de margem. Para INSS, não há limite de contratos, mas a soma não pode exceder os percentuais de cada faixa. Para servidores, a regra é similar.

Em demissão sem justa causa, a Lei 15.179/2025 prevê que até 35% das verbas rescisórias, até 10% do saldo do FGTS e até 100% da multa de 40% podem quitar ou reduzir o saldo devedor. Se as garantias não cobrirem o total, as parcelas ficam suspensas automaticamente, sem negativação do CPF, até novo emprego CLT. No pedido de demissão, as verbas são menores e o saldo residual precisa ser negociado com o banco.

A consulta deve ser feita nos canais do órgão pagador. Para CLT: CTPS Digital (app do gov.br). Para INSS: app Meu INSS ou telefone 135, opção "Extrato de empréstimo". Para servidores federais: SouGov.br, seção "Consignações". Para estaduais e municipais: portal do servidor do respectivo estado ou município.

Depende do banco. O INSS não exige consulta obrigatória a órgãos de proteção ao crédito, mas cada instituição faz sua própria análise. Muitos bancos aprovam negativados porque o desconto direto no benefício reduz o risco de inadimplência. A recomendação é consultar mais de uma instituição e comparar pelo CET.

A portabilidade permite transferir o saldo devedor para outro banco com CET menor. O novo banco quita o contrato original e emite um novo com o saldo remanescente. O processo é gratuito por determinação da Resolução CMN 5.057/2022 e está disponível para todas as modalidades de consignado.

Pagamento seguro

Ícone de
Ícone de
Ícone de
Ícone de
Ícone de
Ícone de
Ícone de
Ícone de
Ícone de
Vídeo em libras
Logo da RecargaPay

O app ideal para você e para
seu negócio!

Faça Pix com qualquer cartão de crédito em até 12x, parcele contas e boletos,
recarregue seu celular, cartão de transporte e muito mais.