Uma jovem sorridente, com cabelo cacheado e óculos, segura um smartphone azul enquanto está em frente a um prédio moderno com janelas espelhadas.

Qual investimento é mais seguro atualmente?

Compare Tesouro Direto, CDB e poupança, entenda garantias como o FGC e siga passos práticos para investir com segurança.

Qual investimento é mais seguro: visão rápida

  • Em linhas gerais, segurança depende dos seguintes fatores: emissor, riscos de crédito, risco soberano, garantias, liquidez e prazo.

  • Entre os investimentos mais seguros no Brasil estão Tesouro Selic, CDBs com FGC, poupança e alguns fundos DI.

  • Entender como funciona a garantia FGC é essencial antes de decidir onde investir dinheiro seguro.

  • Para a reserva de emergência, priorize investimentos de liquidez diária e baixo risco.

  • Sempre verifique registro na CVM, Banco Central e FGC para investir de forma segura.

O que torna um investimento realmente seguro?

Segurança é a probabilidade de preservar o capital considerando emissor, garantias, liquidez e risco de mercado.

Risco de crédito (emissor)

O risco de crédito é a chance de o emissor não pagar o investidor. No Brasil, esse risco varia conforme a saúde financeira do banco ou instituição emissora. Para avaliá-lo, consulte:


Exemplo prático

Um CDB de banco pequeno tende a pagar mais porque tem risco maior. Um CDB de banco grande costuma ser mais seguro. Ambos podem ter cobertura do FGC, mas o risco de crédito do emissor é diferente.

Risco soberano

O risco soberano é o risco de o Governo Federal não honrar seus compromissos financeiros.

Títulos públicos como Tesouro Selic, emitidos pelo Tesouro Nacional, têm o menor risco de crédito do país. Esse risco é monitorado por agências internacionais e acompanhado em relatórios oficiais do Banco Central do Brasil.

Liquidez

Liquidez é a facilidade de transformar o investimento em dinheiro rapidamente, sem perda relevante.

Quanto maior a liquidez do produto, mais seguro ele é para objetivos de curto prazo. Veja alguns exemplos:

  • Tesouro Selic: liquidez diária.

  • CDBs: podem ser D+0, D+1 ou apenas no vencimento.

  • Fundos DI: geralmente D+0 ou D+1.

  • Poupança: liquidez imediata.

Proteção legal (FGC)

A proteção legal é oferecida, principalmente, pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Ele cobre produtos como CDB, poupança, LCI e LCA.

O FGC protege até R$ 250.000 por CPF ou CNPJ, e por instituição ou conglomerado financeiro, dentro do limite global de R$ 1 milhão a cada quatro anos.

Se o banco emissor “quebrar”, o FGC garante o ressarcimento dentro dos limites.

Risco de mercado e inflação

Mesmo investimentos conservadores podem oscilar ou perder poder de compra. A inflação, medida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica), reduz o retorno real.

Por isso, um produto seguro que rende menos do que a inflação pode proteger o capital nominal, mas não o poder de compra.

Você pode acompanhar dados atualizados sobre inflação pelo portal do IBGE.

Impacto dos critérios em cada produto

Critério

Tesouro Direto (Selic)

CDB

Poupança

Fundos DI simples

Emissor

Tesouro Nacional

Banco

Banco

Instituições financeiras

Risco de crédito

Muito baixo (soberano)

Depende do banco

Baixo (FGC)

Baixo

Garantia legal

Risco soberano

FGC – até R$ 250 mil por instituição

FGC – até R$ 250 mil por instituição

Não tem FGC

Liquidez

Diária

De D+0 a vencimento

Diária

D+0/D+1

Risco de mercado

Muito baixo

Baixo

Baixo

Baixo

Inflação

Exige acompanhamento

Depende da taxa

Geralmente perde da inflação

Depende da carteira

Liquidez e horizonte de investimento

A liquidez ideal depende do seu horizonte de investimento, ou seja, do tempo que você está disposto a esperar para alcançar sua meta.

Para objetivos de curtíssimo prazo ou emergência, produtos com liquidez diária (Tesouro Selic, CDB D+0/D+1, fundos DI simples) são os mais adequados. Eles permitem sacar recursos imediatamente, mesmo em situações inesperadas.

Para metas de médio prazo, é possível aceitar menor liquidez, como em LCIs e LCAs, que costumam ter resgate apenas no vencimento. Já para prazos longos, o investidor pode equilibrar liquidez com taxa, desde que saiba quando precisará do dinheiro.

Quais são os investimentos mais seguros no Brasil atualmente?

De forma geral, as principais opções são títulos públicos (com destaque para Tesouro Selic), CDBs de bancos sólidos com FGC, poupança, algumas contas remuneradas, fundos DI simples e LCI/LCA com risco e cobertura amparados pelo FGC.

Compare os produtos mais seguros

Produto

Por que é seguro

Liquidez típica

Cobertura/garantia

Perfil indicado

Tesouro Selic

Risco soberano, baixa volatilidade

Diária

Tesouro Nacional

Reserva e emergência

CDB de grande banco

Banco sólido + FGC

D+0 a vencimento

FGC

Conservador de curto/médio prazo

Poupança

Simplicidade + FGC

Diária

FGC

Iniciantes

LCI/LCA

FGC + isenção de IR p/ pessoa física

Em geral, no vencimento

FGC

Médio prazo com baixa liquidez

Fundos DI simples

Carteira de títulos públicos e bancários

D+0/D+1

Sem FGC

Conservador moderado

Conta remunerada diária

Rendimento automático e resgate rápido

Diária

Depende do emissor

Caixa de curto prazo

Tesouro Direto

Em Tesouro Direto, o Tesouro Selic é o destaque para quem busca investimento com risco muito baixo. É lastreado no Governo Federal e costuma acompanhar a taxa básica de juros, com baixa volatilidade e liquidez diária.

CDBs: bancos grandes x bancos menores

A resposta para a pergunta “CDB é seguro?” é: depende do emissor e da cobertura do FGC. Em bancos grandes e bem avaliados, com FGC e valores dentro do limite protegido, o risco é baixo.

Em bancos menores, a taxa pode ser maior, mas o investidor deve observar com cuidado o rating de crédito consultando as instituições mencionadas anteriormente.

Sempre lembrando que a cobertura total do FGC tem um limite de R$ 250.000 por CPF ou CNPJ, e por instituição ou conglomerado financeiro, dentro do teto global de R$ 1 milhão a cada quatro anos.

Confira as opções de CDBs do RecargaPay.

Poupança ainda é segura?

Sim, do ponto de vista de risco de crédito, pois também tem FGC. O problema é que, muitas vezes, a rentabilidade fica abaixo de alternativas de renda fixa, o que prejudica a proteção contra a inflação.

Contas remuneradas e fundos DI

Contas remuneradas e fundos DI simples podem ser usados para caixa de curto prazo. Não contam com FGC, mas reduzem risco via diversificação em ativos seguros.

É importante entender taxas de administração e política de investimento antes de aplicar.

LCI/LCA

Em LCI e LCA , o risco de crédito é o do banco emissor, mas esses produtos também são cobertos pelo FGC, respeitando os limites. Em geral, são indicados para objetivos de médio prazo, pois costumam ter baixa liquidez.

Por que o Tesouro Selic é indicado para reservas de emergência?

O Tesouro Selic combina risco soberano, liquidez diária e baixa oscilação de preço. Por isso, aparece como a principal resposta para quem procura onde investir dinheiro seguro para emergências. É um dos principais investimentos para reserva de emergência.

CDBs são tão seguros quanto a poupança?

CDBs emitidos por instituições autorizadas pelo Banco Central e com cobertura do FGC são considerados tão seguros quanto a poupança no aspecto de proteção do capital. A diferença está em rendimento, prazo e imposto.

Como avaliar o risco antes de aplicar?

Antes de investir, siga um checklist para garantir que você está escolhendo as melhores opções de renda fixa e outras aplicações compatíveis com seu perfil.

Checklist prático:

  • Procure no site da CVM se o fundo ou oferta está cadastrada.

  • Confirme no site do Banco Central do Brasil se a instituição é autorizada.

  • Verifique no site do FGC se o produto tem cobertura.

  • Consulte agências de rating (Fitch, S&P, Moody’s) para avaliar a solidez do emissor.

  • Leia prospectos e regulamentos, observando prazos, taxas e imposto.

  • Entenda liquidez e prazo para evitar surpresas no resgate.

O que você pode verificar agora mesmo:

  • CNPJ da instituição e do fundo.

  • Registro do fundo ou oferta na CVM.

  • Autorização da instituição no Banco Central.

  • Enquadramento do produto nas regras do FGC.

Este passo a passo é essencial para como proteger investimento de fraude.

Quais investimentos combinam segurança e liquidez para emergências?

As melhores opções para emergência são Tesouro Selic, conta com rendimento diário e CDBs com liquidez diária.

Essas alternativas têm em comum três características essenciais: baixo risco, resgate rápido e previsibilidade.

Prós e contras de cada um:

  • Tesouro Selic: risco muito baixo, liquidez diária e boa previsibilidade.

  • Contra: pode ter pequena oscilação em dias de estresse de mercado.

  • CDB de liquidez diária: proteção do FGC, rendimento competitivo e resgate rápido. Contra: depende da qualidade do banco emissor.

  • Contas de rendimento diário: acesso imediato ao dinheiro e facilidade para movimentações;

  • porém, nem sempre têm rendimento alto e não substituem produtos de investimento.

Exemplo prático para reserva de emergência:

Se seu custo mensal é de R$ 3.000, uma reserva de emergência de 6 meses deve ser de R$ 18.000.

Uma alocação possível seria:

  • 60% (R$ 10.800) em Tesouro Selic para estabilidade.

  • 40% (R$ 7.200) em CDB D+0 coberto pelo FGC, garantindo liquidez imediata e diversificação.

Carteiras digitais como o RecargaPay facilitam a movimentação via Pix para enviar recursos a corretoras ou bancos, mas é a escolha do produto que determina a segurança.

Como calcular o tamanho ideal da reserva de emergência?

O cálculo parte das despesas essenciais: moradia, alimentação, transporte, saúde e contas fixas. Some esses valores para obter seu custo mensal.

Multiplique por 3, 6 ou até 12 meses, dependendo da estabilidade da renda e do nível de risco que você aceita.

Por exemplo, se você gasta R$ 2500 por mês, sua reserva mínima de 3 meses seria R$ 7.500.

Para maior segurança, uma reserva de 6 meses chegaria a R$ 15.000. O valor final deve ser aplicado em produtos de alta liquidez e baixo risco.

Como proteger meu dinheiro de fraudes e problemas legais?

Para proteger seu dinheiro contra fraudes e problemas legais, esteja atento aos seguintes sinais de alerta:

  • Promessa de “retorno alto garantido” sem risco.

  • Ausência de CNPJ ou de informações claras sobre o emissor.

  • Produto não registrado na CVM.

  • Instituição não autorizada pelo Banco Central do Brasil.

  • Ausência de contratos, prospectos ou documentos oficiais.

Achou suspeito? Onde checar e como agir:

Como começar a investir com segurança?

Para começar a investir com segurança, siga os seguintes passos:

  1. Defina metas e sua reserva de emergência: decida objetivos (curto, médio, longo prazo) e valor de reserva antes de buscar onde investir dinheiro seguro.

  2. Abra conta em instituição regulada: escolha banco ou corretora autorizados pelo Banco Central e, se for o caso, com produtos registrados na CVM.

  3. Transfira dinheiro para corretora com segurança: use Pix somente para contas verificadas, conferindo nome, CNPJ e instituição. O RecargaPay permite transferências e pagamentos e facilita o movimento entre contas e plataformas.

  4. Comece por produtos conservadores: foque em Tesouro Selic, CDBs com FGC e fundos DI simples, adequados para quem busca investimento com menor risco.

  5. Monitore custos, impostos e risco: acompanhe taxas, IOF, IR e revise periodicamente a alocação para manter o equilíbrio entre liquidez e retorno.

Quais documentos e registros preciso para abrir conta em corretora?

Em geral, você vai precisar de CPF, documento com foto, comprovante de residência e dados bancários. A corretora deve informar CNPJ, políticas de segurança e deixar claros os registros na CVM e a autorização no Banco Central.

Qual a diferença entre segurança e rentabilidade?

Segurança é a capacidade de preservar o capital. Rentabilidade é o retorno do investimento, de preferência acima da inflação.

Em linhas gerais, o ideal é seguir a lógica abaixo:

Tesouro soberano → bancos grandes → bancos médios → crédito privado de alto yield

Quanto maior a segurança, menor tende a ser o retorno esperado.

Por isso, é importante comparar rendimento e segurança conforme a finalidade.

Além disso, sempre leve em consideração que a inflação pode corroer a capacidade de preservar o capital.

Quando escolher segurança vs. quando correr mais risco

Escolha segurança (poupança, Tesouro Selic, CDB de liquidez diária) quando o objetivo é preservar o capital no curto prazo. Isso vale para:

  • Reserva de emergência (3 a 12 meses de despesas).

  • Metas de curtíssimo prazo, como uma viagem daqui a 6 meses.

  • Dinheiro que não pode oscilar, como fundo de caixa ou contas recorrentes.

Considere correr mais risco (renda variável, multimercados, crédito privado) quando o objetivo é de longo prazo e você tem tempo para suportar oscilações. Isso vale para:

  • Aposentadoria (10, 20, 30 anos).

  • Objetivos de médio a longo prazo, como comprar um imóvel em 5 a 10 anos.

  • Construção patrimonial, onde volatilidade é aceitável e o potencial de retorno maior compensa.

Onde encontro informações oficiais sobre riscos, cobertura e taxas?

Para escolher bem e buscar as melhores plataformas para investir seguro, consulte sempre fontes oficiais:

  • Tesouro Nacional/Tesouro Direto – informações sobre títulos públicos. (tesourodireto.gov.br).

  • Fundo Garantidor de Créditos (FGC) – regras, limites e produtos cobertos (fgc.org.br).

  • Banco Central do Brasil – lista de instituições autorizadas e dados de regulação (bcb.gov.br).

  • Comissão de Valores Mobiliários (CVM) – registro de fundos, ofertas públicas e documentos (cvm.gov.br).

  • ANBIMA – códigos de conduta, classificações e informações sobre fundos (anbima.com.br).

  • Agências de rating (Fitch, S&P, Moody’s) – avaliação de crédito de bancos e empresas emissoras.

Perguntas Frequentes

Não existe investimento totalmente sem risco, mas o Tesouro Selic é considerado o de menor risco no Brasil. Ele combina risco soberano, liquidez diária e alta previsibilidade.

Tesouro Direto é muito seguro porque os títulos são garantidos pelo Tesouro Nacional, ou seja, pelo Governo Federal. Ainda assim, há variações de preço e risco soberano.

O FGC cobre CDB, poupança, LCI, LCA e alguns outros depósitos. O limite é de R$ 250.000 por CPF ou CNPJ, e por instituição ou conglomerado financeiro, dentro do teto global de R$ 1 milhão a cada quatro anos.

Sim. A poupança continua segura em termos de risco de crédito graças à cobertura do FGC e à simplicidade de uso. O problema é a rentabilidade muitas vezes inferior a de outras opções de renda fixa.

Com R$ 100.000, você pode manter tudo em um único banco e continuar dentro do limite de R$ 250.000 por instituição. Se pretender investir valores maiores, distribua entre bancos diferentes.

Contas digitais reguladas pelo Banco Central, como o RecargaPay, oferecem segurança para pagamentos e transferências diárias. Porém, a segurança do investimento depende do produto escolhido.

Desconfie de promessas de retorno alto e garantido, empresas sem CNPJ claro, produtos não registrados na CVM e instituições fora da lista do Banco Central.

Sim. A maioria dos investimentos deve ser declarada à Receita Federal, mesmo quando isentos de imposto de renda. Use os informes de rendimento fornecidos por bancos e corretoras e siga as instruções do programa oficial da Receita.
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